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03.Jun 2011

Netprecision lança o KeepControl, novo produto destinado à gestão de documentos

 

KeepControl oferece segurança, flexibilidade e velocidade de configuração

 

A Netprecision lança no mercado um moderno sistema de gestão de documentos e colaboração. Trata-se do KeepControl, um sistema GED totalmente WEB, com interfaces amigáveis e intuitivas, capaz de gerenciar quaisquer processos que envolvam tramitação de documentos eletrônicos.

O KeepControl apresenta inúmeras vantagens em sua utilização, tais como: redução de custos com papel, armazenamento e pessoal envolvido no processo; informações e relatórios on-line em tempo real; padronização e centralização da documentação; arquivamento por tempo indefinido e segurança nos dados armazenados. “O sistema tem flexibilidade e velocidade na configuração, traduzindo-se em baixo custo de implantação e manutenção da ferramenta para o cliente”, afirma Rubens Diniz Júnior, diretor da Netprecision.

O KeepControl é a terceira geração de gerenciadores de documentos desenvolvidos pela Netprecision, substituindo o SGDPE, sistema anterior de gestão de documentos com foco para a área de engenharia. Em relação ao SGDPE, o novo produto tem inúmeras funcionalidades adicionais. Fornece suporte a múltiplos idiomas, permite que o trâmite dos documentos seja facilmente customizado conforme a necessidade do cliente e não somente para processos de engenharia como era o foco do SGDPE, além de dispor de facilidades na adição de novas funcionalidades.

Com essa ferramenta é possível fazer a gestão de qualquer tipo de documento, controlar quaisquer datas como emissão, recebimento e arquivamento, definir permissões de acesso, analisar e aprovar documentos, acessar o histórico completo, tomar decisões a partir de relatórios gerenciais personalizados e realizar buscas rápidas através das pesquisas avançadas. Todas estas funcionalidades e muitas outras fazem do KeepControl a solução completa para a gestão de documentos e colaboração da sua empresa.

 
 
24.Jan 2011

Netprecision passa para incubação virtual e escolhe Terrafirme como sede

A Netprecision está de casa nova. O Centro Empresarial Terrafirme foi o local escolhido pela empresa para a instalação de uma nova sede, que antes ocupava um módulo da incubadora MIDI Tecnológico. “O tempo que passamos no MIDI foi muito proveitoso para o amadurecimento da empresa. Agora estamos em uma nova fase de aperfeiçoamento de nossos produtos e de expansão para o mercado, mas vamos continuar na modalidade incubação virtual com a incubadora, só que em um espaço maior”, explica Rubens Diniz Júnior, sócio da Netprecision.

O empresário conta que a expectativa é grande com o novo local, que foi escolhido por ser um complexo empresarial que reúne empresas promissoras em uma área com excelente localização em São José. O Terrafirme, local escolhido pela Netprecision, conta com um espaço cultural e de negócios, localizado no ático com 1 auditório e 4 salas para disponíveis para palestras, cursos e treinamentos, praça de alimentação e estacionamento, entre outras opções. Confira o novo endereço da empresa:

Netprecision Ltda
Centro Empresarial Terrafirme
Rua Domingos André Zanini, 277 - Sala 713
Campinas - São José / SC
CEP 88117-200
 
 
26.Jan 2010

SC ganha polo de empresas de tecnologia para setor de energia

A Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) lança nesta quarta-feira (27), sua vertical de empresas que atuam no setor de energia. São companhias catarinenses que desenvolvem softwares, hardwares e equipamentos para concessionárias, distribuidoras, geradores, comercializadoras, clientes livres, entre outros agentes que atuam no segmento de energia no país e no mundo. Inicialmente, serão oito empresas associadas a ACATE que irão aderir a vertical: Reason, AQX, Reivax, Way2 Techonology, Cebra, Netprecision, Traceback e W2B.


O objetivo do grupo é fortalecer a atuação em conjunto em diversas frentes, como na pesquisa e desenvolvimento, comercial, marketing, participação em eventos nacionais e internacionais, captação de recursos e acesso a mercados interno e externo. "Um dos primeiros esforços da vertical será a estruturação de um portfolio de soluções tecnológicas das nossas empresas para o setor energético. Vamos identificar e mapear os produtos e serviços desenvolvidos para que possamos oferecer, em sinergia, nossas soluções", explica Guilherme Bernard, diretor da Reason Tecnologia e coordenador da vertical da ACATE.


O grupo de empresas pretende também ampliar a interação com companhias de energia locais, públicas e privadas, como é o caso da CELESC, Eletrosul, SCGás e Tractebel. O objetivo é buscar entendimentos e desenvolver cases de sucesso de tecnologias catarinenses na região. Hoje, os produtos e serviços desenvolvidos pelas empresas em Santa Catarina atendem demandas em todos os Estados brasileiros, bem como na América Latina, Estados Unidos, Europa, África, entre outros países e regiões. Além disso, dentro do setor de energia, as tecnologias abrangem iniciativas nas áreas hidrelétricas, eólica, biomassa, combustíveis, solar, dentre outras.


A vertical de Energia é a segunda a se estruturar com o apoio da ACATE - a primeira foi a de Segurança Eletrônica, em Novembro de 2009. "O desenvolvimento de verticais de empresas de tecnologia é um dos esforços da ACATE em apoiar e incentivar o associativismo, apostando na atuação conjunta das associadas por áreas comuns de interesse. Com isso, queremos mostrar ao país que as empresas catarinenses detém tecnologias e, sobretudo, soluções para atender diversos segmentos de mercado", explica Rui Luiz Gonçalves, presidente da ACATE.

 
 
01.Abr 2009

Tecnologia catarinense gerencia documentos de Jirau

A usina Jirau, que está sendo construída em Porto Velho (RO), não é somente o maior empreendimento em fase de desenvolvimento no Brasil por ter um orçamento estimado de R$ 10 bilhões, mas porque envolve um grandioso trabalho de engenharia.


Até o término da obra serão criados mais de 60 mil documentos técnicos que irão subsidiar a construção das obras civis, a fabricação e montagem equipamentos e linhas de transmissão de energia. A catarinense Netprecision é a responsável, por meio do Sistema de Gerenciamento de Documentos para Projetos de Engenharia (SGDPE), por gerenciar toda esta documentação, que envolve desde a emissão dos desenhos de engenharia até a sua liberação no canteiro de obras ou na fábrica.


“Hoje, todos os documentos são digitais no SGDPE, que é um ambiente virtual para a circulação dos documentos. Quando se faz um desenho de uma turbina lá na China, por exemplo, ele chega para certificação aqui no Brasil na hora e sem papel”, explica Rubens Diniz, sócio da Netprecision. Ele conta que há pouco mais de cinco anos o processo ainda era manual e os documentos eram enviados para toda a cadeia de produção por fax ou pelo correio.


“Recebíamos centenas de resmas de papel durante uma obra, era um volume monstruoso”, lembra. Diversas empresas fazem parte da cadeia criada para a construção de um empreendimento dessa magnitude. Em Jirau, participam do processo empresas da China, Alemanha e da Bélgica, além de envolver empresas brasileiras que atuam em Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília e Rondônia. “Se não fosse um gerenciador eletrônico de documentos como o SGDPE, os documentos teriam que percorrer todo esse caminho até chegar em Rondônia, onde será construída a usina”, ressalta.


A cadeia para a construção de uma usina envolve a elaboração dos desenhos, sua certificação e a sua execução. Diniz conta que todos os documentos precisam passar por essas três etapas e o SGDPE administra, entre outras funções, o trâmite e os privilégios de visualização para cada participante da cadeia. O sistema permite a listagem dos documentos logo no seu início e restringe sua visualização. Somente após uma etapa ter sido cumprida é que o usuário seguinte poderá ter acesso aos documentos. “Esse procedimento é fundamental, porque somente desenhos liberados para execução serão executados na frente de trabalho, garantindo a qualidade do empreendimento”, observa Diniz.

 

Perfil

A Netprecision desenvolve o SGDPE, um Gerenciador Eletrônico de Documentos (GED) voltado para a área de engenharia de construção de usinas hidrelétricas, termoelétricas, eólicas, nucleares, PCH’s, entre outras. A empresa está ligada ao MIDI Tecnológico, incubadora mantida pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae-SC) e gerenciada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), considerada a melhor incubadora de base tecnológica do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2008. Conheça a Netprecision pelo site http://www.netprecision.com.br

 

Jirau

O Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, formado pelas usinas de Santo Antônio e Jirau, possui um orçamento estimado de R$ 20 bilhões. A construção de Jirau está em fase inicial de abertura de acessos, ou seja, de construção das estradas para acesso ao local e de viabilização do canteiro de obras. O consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR), que irá construir a usina, é chefiado pela empresa belga Suez Energy, em parceria com a Eletrosul, CHESF e Camargo Corrêa.

 
 
27.Fev 2009

MIDI Tecnológico recebe quatro novas empresas

Quatro empresas nascentes de base tecnológica se instalaram esta semana na incubadora MIDI Tecnológico, de Florianópolis. Eleita a melhor incubadora do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2008, o MIDI recebeu as empresas ATTA, OBIZ, Wisecont Sistemas e Netprecision, aprovadas no último processo seletivo. Uma central de controle de tráfego em tempo real, consultoria e implantação de software livre, uma tecnologia de gestão de conteúdo empresarial no modelo ECM e um sistema de gerenciamento eletrônico de documentos para engenharia de construção de usinas são algumas das soluções oferecidas pelas novas incubadas.

Mantido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE-SC) e gerenciado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), o MIDI Tecnológico já graduou 42 empresas e atualmente apóia 15 incubadas residentes e uma virtual. Além da disponibilidade de infraestrutura e serviços com custo subsidiado, a incubadora oferece diversas consultorias como marketing, administração financeira, contábil, jurídica, assessoria de imprensa e de recursos humanos. “Nosso processo de incubação enfatiza a capacitação e o desenvolvimento dos talentos gerenciais, preparando os empreendedores para uma trajetória de crescimento”, destaca Jamile Sabatini Marques, coordenadora do MIDI Tecnológico.

Esse diferencial do trabalho do MIDI foi destacado pelos novos incubados como um dos pontos que os atraíram para a incubadora. “Sabemos muito sobre nosso negócio, conhecemos muito sobre nossa tecnologia de desenvolvimento, porém somos todos analista de sistema, não sabemos como gerenciar uma empresa, obter parcerias, dentre outras informações. Estes ensinamentos esperamos que a incubadora nos forneça”, diz Rubens Diniz, sócio da Netprecision.

Essa também é a expectativa da Wisecont Sistemas. “Esperamos aprimorar o nosso plano de negócio através do apoio fornecido pelas consultorias da incubadora, buscar sinergia e troca de experiências com as demais empresas incubadas e também obter acesso a programas de treinamento e informações sobre fundos de fomento”, afirma Diogo Thumé, diretor da empresa. Para Rafael Marana, sócio da ATTA, o apoio do MIDI tecnológico pode ser fundamental para o ingresso no mercado. "Espera-se com a incubação que a empresa consiga superar mais facilmente os estágios iniciais", avalia.

Seguem os perfis das novas incubadas:

 

Netprecision

A Netprecision tem como principal produto o SGDPE, um Gerenciador Eletrônico de Documentos (GED) voltado para a área de engenharia de construção de usinas hidrelétricas, termoelétricas, eólicas, nucleares, PCHs entre outras. O sistema integra o trâmite de circulação dos documentos do projeto, que devem passar por diversas etapas antes da construção como projeto, análise e aprovação. Ao criar um ambiente virtual para a circulação dos documentos, o SGDPE integra diferentes escritórios e otimiza o processo de tramitação de documentos do empreendimento.

Focado em usinas, o sistema é desenvolvido em código aberto e estruturado em módulos, o que permite uma fácil adaptação de acordo com as necessidades do cliente. Além de gerenciar a circulação do projeto, o sistema também controla os prazos determinados pelos diferentes usuários. O SGDPE é totalmente web. Atualmente o sistema já é utilizado pela empresa Leme Engenharia, do Grupo Suez. “No início de janeiro, o sistema passou a gerenciar todos os documentos relativos a construção da UHE Jirau, uma usina do complexo do rio madeira, impulsionada pelo PAC e orçada em R$ 10 bilhões”, destaca Rubens Diniz, sócio da Netprecision.

ATTA

A ATTA é resultado de um projeto desenvolvido no Departamento de Automação e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina (DAS/UFSC). A empresa irá atuar, em conjunto com a UFSC, no desenvolvimento e implantação de centrais de controle de tráfego urbano em tempo real, solução que irá aumentar a eficiência do uso dos sistemas viários urbanos. Já em fase de implantação em alguns municípios brasileiros, a solução da ATTA oferece um controle inteligente do tráfego que contribui para a redução de congestionamentos e possibilita dados para o planejamento do fluxo de veículos nas áreas urbanas.

Com custo reduzido em comparação a soluções importadas, a central de controle desenvolvida em Santa Catarina também é de fácil implantação e utilização. “O sistema é baseado na teoria de controle automático e resulta muito mais simples que sistemas similares, não só do ponto de vista computacional, mas também em equipamentos complementares. O sistema é genérico e pode ser implantado em qualquer estrutura de malha viária com adaptações mínimas”, explica Rafael Marana, sócio da ATTA.

OBIZ

Implantar, personalizar e integrar diferentes soluções em código aberto para melhorar a eficiência de micro e pequenas empresas é a proposta da OBIZ. A nova incubada do MIDI Tecnológico tem como objetivo atender empresas que não possuam estruturas de TI e oferecer para esses empreendimentos soluções personalizadas, voltadas para suas demandas e com baixo custo.


A OBIZ irá, portanto, analisar entre as diversas soluções em código aberto as que mais se adequam ao perfil dos clientes. Conhecendo as necessidades do seu cliente, a empresa irá oferecer a implantação, personalização e prestação de serviços de acordo com o pacote de softwares escolhidos. Além da redução de custos, a empresa oferece como principal diferencial a interoperacionalização das ferramentas como se as diferentes soluções resultassem em um único sistema.

Wisecont Sistemas

Atenta para o crescimento do mercado de ECM (Enterprise Content Management) ou gestão de conteúdo empresarial, a Wisecont Sistemas inicia a sua trajetória com boas perspectivas. “Nos próximos anos haverá uma grande demanda por soluções de ECM nas empresas brasileiras e esta demanda será aquecida também por iniciativas do próprio governo, a exemplo do projeto SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que já se encontra em fase de implantação”, destaca Diogo Thumé, diretor da empresa.

A tecnologia ECM, basicamente, gerencia as informações geradas digitalmente pelas empresas como documentos, recibos, comprovantes, notas fiscais, e-mails, contratos, guias, e faturas, por exemplo. “Nossa proposta é trabalhar no desenvolvimento de um conjunto de soluções de ECM para o segmento corporativo, a preços mais atraentes. Queremos compor uma suíte de produtos, começando pelo desenvolvimento de módulos menores que tenham algum potencial de geração de resultado no curto prazo”, explica Thumé.

 
 

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